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Fernando Pellisoli
Sou o Poeta da Loucura da Pós-modernidade
Textos

31. ESTRANGEIRISMO


Estrangeirismo é o uso de palavra, expressão ou destas construções estrangeiras que tenham ou não equivalentes vernáculos, em vez de correspondência em nossa língua... É apontado nas gramáticas normativas como um círculo vicioso de linguagem... Dentro do âmbito da gramática normativa, caso se use um estrangeirismo que possua uma equivalente vernácula adequada, caracteriza-se o vício de linguagem como barbarismo... Alguns gramáticos mais rígidos consideram que qualquer estrangeirismo, o tenha equivalente vernácula ou não, é considerado barbarismo... O mesmo termo barbarismo também tem o significado contemporâneo de crueldade... Por fim, outro tipo de estrangeirismo é o idiotismo, que se dão quando se traduz literalmente expressão ou construção estrangeira; que não faça sentido em nossa língua, em vez de se adotar tradução livre, ele é o uso de língua estrangeira no nosso cotidiano brasileiro – o qual reage conformado...
No Sistema Ecomunitarista, estes estrangeirismos serão refutados em prol da transparência e do fortalecimento da nossa língua brasileira... As palavras esdrúxulas dos países estrangeiros serão todas eliminadas paulatinamente do nosso convívio cultural e social... Não precisamos dos barbarismos para expressar os nossos encantadores sentimentos e as nossas necessidades expressivas e intelectuais do pensar... Nós temos que valorizar o nosso idioma com palavras novas; pois que não se torne uma língua morta: mas que sejam criados os neologismos literários pelos nossos escritores, porque o que realmente importa é a criatividade do nosso povo brasileiro; sem precisar de figuras de linguagens dos nossos estrangeirismos... O Brasil é a nossa linguagem!
Pretendo valorizar a língua brasileira erradicando todos os barbarismos estrangeiros, pois são uns ridículos vícios... O nosso Brasil é muito auto-suficiente e ele não precisa destas palavras estrangeiras idiotas, que são aberrantes...
Os americanos gostam de invadir os países com as suas publicidades egocêntricas, sem nenhum altruísmo, porque eles tencionam influenciar o mundo velho aos seus domínios capitalistas parasitários da agiotagem: temos que ser bem duros com as divisas, enquanto o mundo Ecomunitarista estiver em construção no Brasil...
A autenticidade das nossas raízes culturais deve ser preservada e elevada ao topo da civilidade, apresentando um Brasil Ecomunitarista digno de ser ovacionado... E tenho tido infindas preocupações Ecomunitárias em aperfeiçoar o meu novo Sistema de Coisas, para engrandecer o meu Brasil...
Se quisermos, nós poderemos virar o jogo: passar a ser um país do primeiro mundo é um passo largo; mas poderemos dá-lo à medida que desenvolvermos o Ecomunitarismo... Pois o Sistema Ecomunitarista é, não tenho dúvidas, o mais justo e mais equilibrado dos demais existentes: amar o próximo e espalhar o poder bondoso da nossa caridade são sintomas humanísticos que todos os povos do mundo necessitam...

FERNANDO PELLISOLI
Enviado por FERNANDO PELLISOLI em 05/04/2011


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