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Fernando Pellisoli
Sou o Poeta da Loucura da Pós-modernidade
Textos

21. FRONTEIRAS FECHADAS


O Brasil é um país soberano: têm o seu território delimitado, as suas políticas organizadas, as suas economias independentes e as suas culturas diversificadas entre os seus estados da sua federação... É preciso, portanto, cuidar muito bem das riquezas brasileiras, protegendo as nossas fronteiras de possíveis invasões do estrangeirismo...
No Sistema Capitalista, temos visto as nossas fronteiras entreabertas, possibilitando o tráfico de entorpecentes, bem como as penetrações indevidas de estrangeiros ilegais... E invasões bélicas podem acontecer, uma vez que as nossas fronteiras são mal protegidas... O relevante é que se entenda que até o tráfico de prostituição procede por estes meios de penetração territorial brasileira... O descaso da nossa atual Democracia-Representativa é uma evidência de que as coisas sérias do então governo Lula foram viajar ao Exterior; pois que se comprou um excelente avião à disposição presidencial – que não descansou nenhum segundo nas aventuras...
No Sistema Ecomunitarista, as fronteiras serão sempre gradeadas, tendo em cada uma delas militares do exército a zelar pelo patrimônio nacional do Brasil... Em caso de algumas eventualidades necessárias às saídas ou entradas, as grades devem ser abertas pelos soldados – que depois das operações realizadas, voltam a fechar as grades separatistas...
Não podendo ser de outra maneira, o novo Estado Ecomunitário Federativo tem, por excelência, preservar a sua autonomia e a nossa fiscalização das fronteiras; para que penetrações indesejáveis possam adentrar-se ao Brasil... Este serviço de controle das fronteiras é simples, e não dispensa custo algum; uma vez seja da obrigação do exército zelar pela segurança terrestre do território brasileiro...
Com a segurança das fronteiras, todos os tipos de contrabandos serão impedidos de penetrar no Brasil, e isto será extremamente edificante á venda dos brasileiros... E os camelódromos, acostumados com os estrangeirismos, não terão outra opção a não ser adaptarem-se ás vendas dos produtos brasileiros – e emitindo nota fiscal... Sobre este assunto de emissão de notas fiscais falarei mais à frente, quando abordar a questão da isenção de impostos...
Tenho feito o impossível, neste novo tratado social, de preservar o máximo a vontade do povo brasileiro; pois de tanto ouvir as queixas brasileiras contra os políticos corruptos, eu pude fazer uma avaliação política sobre esta situação brasileira e suas tendências às soluções governamentais... Mas estou longe de firmar como certeza o meu pensamento político e filosófico do meu Ecomunitarismo: tenho ciência que não sou nenhum dono da verdade; e que muitas idéias propositivas do nosso Sistema Ecomunitarista poderão ser rejeitadas pelo povo brasileiro... Mas a idéia é esta: quem tem que decidir sobre os destinos da nação brasileira é o povo brasileiro – é por isso que eu defendo a Democracia-Direta!
Com as fronteiras fechadas, o Brasil será livre...
FERNANDO PELLISOLI
Enviado por FERNANDO PELLISOLI em 03/04/2011
Alterado em 03/04/2011


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