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Fernando Pellisoli
Sou o Poeta da Loucura da Pós-modernidade
Textos

13. VESTUÁRIO


Todos os nossos trabalhadores brasileiros, no Sistema Ecomunitarista, tem o direito fundamental de vestirem-se adequadamente; vestindo, também, as suas famílias... É de se imaginar quantos operários capitalistas não possuem um mínimo vestuário, para enfrentar o dia a dia de um trabalho explorador, injusto e antidemocrático? E quem está se preocupando com o nosso vestuário plebeu? Admitir-se-á a inclemência destes parasitários capitalistas sorvendo estas necessidades básicas dos menos favorecidos pela sorte...
No Sistema Ecomunitarista, onde o povo é soberano, o vestuário dos mais humildes tem que ser garantido; e por bazares populares fazendo as distribuições Ecomunitárias... Não podemos permitir que sequer um trabalhador não tenha condições de se vestir (e de vestir toda a sua família)... A frieza e a insensibilidade capitalista não podem penetrar no Ecomunitarismo; sendo um descaso à vida social...
Não fosse a politicagem dos nossos políticos corruptos; teríamos de já ter tido um enfrentamento aos capitalistas parasitários – ainda que dura fosse à luta, venceríamos! Mas estou convencido que nós podemos reverter este quadro depressivo da ditadura civil implantada no Brasil... Haveremos de entender que o nosso Sistema Ecomunitarista vem para revolucionar e regenerar as nossas condições humanas... É verdade que não podemos alimentar utopias Socialistas ou Comunistas; pois ambos os Sistemas citados, no âmago, são idealismos ideológicos incabíveis e insociáveis... Mas o nosso Sistema Ecomunitarista parte do pressuposto que os Sistemas de Coisas existentes têm respingos de pensamentos; pois que estão sendo aproveitados para moldá-lo ao crível...
Eu tenho muita certeza que serei um líder do meu povo brasileiro, neste período de adaptação e implantação do meu Sistema Ecomunitarista; mas só seguirei em frente nesta luta em prol da liberdade Ecomunitária, se o meu povo, através do plebiscito, disser sim a minha caminhada política... É verdade que eu muito pouco entendo de política; mas sei (como artista que sou) que política é a Arte do BEM-COMUM! Penso que já seja muito; pois os políticos capitalistas não sabem disto...
No início da implantação do Ecomunitarismo no Brasil, haverá de surgirem facções políticas negativas; tentando disseminar ao povo brasileiro a discórdia Ecomunitária... Mas acredito que a maioria do povo brasileiro está esperando, já há algum tempo, as minhas idéias Ecomunitárias... Nada de temores à revolução político-cultural; pois as atrocidades do Sistema Capitalista assustam muito mais a nossa paz...
Vamos vestir os operários e suas famílias sim; pois nós somos todos irmãos perante Deus – e é da vontade de Deus que o amor ao próximo e a caridade sejam prósperos...
O Sistema Ecomunitarista é o progresso das relações humanas, atingindo o seu apogeu quando estiver disseminado por todos os países do nosso planeta... Acreditar neste sonho Ecomunitário, translucidando a Vanguarda, é irreal? Pois que pensam que eu seja um louco idealista, pois os gênios do passado remoto também foram taxados de loucos idealistas pelos seus contemporâneos... Mas nós sabemos, hoje, que as suas idéias revolucionárias revolucionaram o mundo... E os que se achavam entendidos em política, social e cultural estavam navegando nos entulhos da ignorância lucífera...
Como podem crer que os trabalhadores brasileiros não tenham o que vestir para ir trabalhar? Quando muito, duas roupas surradas: quando usa uma; lava a outra... E os calçados não estarão todos furados, rasgados ou decepados? É assim que o Sistema Capitalista anuncia a sua Democracia? Eu digo um basta às desumanidades capitalistas parasitárias; e me apresento aos intelectuais do Brasil: a minha arte é metade brasileira e metade italiana – muito prazer... Sou um humilde servo do Brasil; e me chamam de FERNANDO PELLISOLI...










FERNANDO PELLISOLI
Enviado por FERNANDO PELLISOLI em 03/04/2011


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